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Café pode amenizar dor muscular nos ombros e pescoço

Superinteressante

Dorflex já era. Se você, por acaso, costuma passar o dia sentado em frente ao computador e, no fim do expediente, sente dores musculares nos ombros e pescoço, esqueça esses remédios convencionais. O melhor negócio é tomar café.

Quem descobriu isso foi um grupo de pesquisadores do Hospital Sunnaas Rehabilitation, na Noruega. Eles convidaram 22 pessoas com dores constantes nos ombros ou pescoço e outras26 saudáveis para participar do estudo. Desse total, os cientistas recomendaram que 19 deles tomassem café antes de começar o expediente. E, depois de meia hora de trabalho, quem havia tomado café sentiu um alívio nas dores musculares. O “remédio” funcionou com pessoas saudáveis e com quem sofria com a dor crônica.

Mas, calma, não vá passar dos limites. A recomendação dos pesquisadores foi tomar só umaxícara de café antes do trabalho. Eles ainda não sabem explicar qual a ligação entre a bebida e a dor muscular.

Pois é, eu gosto de café, mas o meu estômago costuma implicar com ele, então, uma xícara por dia é o meu limite… vou guardá-la para as horas de dor…

Receita de quarta: Bruschetta

Alessandra Bernardo

Depois do hiato da semana passada, retorno com uma receitinha gostosa e prática, que pode ser servida em uma reunião de amigos ou mesmo em um jantarzinho romântico: a bruschetta. O antepasto italiano – feito a base de pão, azeite e queijo, possui diversas variações, de acordo com o seu gosto. E o melhor é que é superfácil de fazer e rápido, basta alguns minutos e está pronto. E, se você gosta de pimenta, pode acrescentar também… uma dica é usar a pimenta calabresa, que combina perfeitamente com tomate…

Ingredientes

20 fatias de pão italiano
4 colheres (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de azeite
3 dentes de alho picados
5 tomates sem pele
Sal e pimenta a gosto
½ xícara (chá) de azeitonas verdes ou pretas picadas
150g de mussarela ralada grossa
100g de queijo parmesão ralado
Folhas de manjericão e orégano a gosto

Modo de preparo

O primeiro passo é preparar as torradas para a bruschetta: Em uma assadeira, coloque as fatias de pão, pincele com a manteiga e leve ao forno pré-aquecido a 200°C até dourar. Reserve.
Em uma frigideira, aqueça o azeite e doure o alho, o tomate sem pele, o sal, a pimenta e as azeitonas picadas. Misture tudo e desligue o fogo. Distribua o refogado de tomate sobre cada fatia de pão, cubra com mussarela, o parmesão ralado e o orégano (se quiser) e retorne ao forno até derreter o queijo. Retire do forno, coloque em uma travessa, salpique as folhas de manjericão e sirva.

Felicidade é definida pelo DNA

Superinteressante

O que mais influi na felicidade de uma pessoa? As experiências que ela tem durante a vida? Ou características previamente escritas em seu código genético? Essa discussão, que mobiliza a ciência há décadas, acaba de ser desequilibrada a favor de um lado: o DNA. Foi o que concluiu um estudo feito pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, que analisou 837 pares de irmãos gêmeos.

Cada par de gêmeos havia sido criado na mesma casa, pelos mesmos pais, e por isso teve experiências parecidas na vida. Metade dos gêmeos era univitelina, ou seja, com DNA idêntico, e a outra metade era bivitelina, com DNA diferente. O objetivo do estudo foi comparar univitelinos e bivitelinos, e com isso identificar a influência do DNA sobre determinadas características do ser humano – inclusive de quem não é gêmeo.

Os voluntários responderam a questionários que mediam vários aspectos do bem-estar psicológico, como o grau de autonomia da pessoa e sua capacidade de ter relacionamentos saudáveis. Os gêmeos univitelinos, de DNA igual, tiveram pontuação mais parecida que os bivitelinos – que têm DNAdiferente, mas cresceram no mesmo ambiente. Ou seja: na prática, o DNA influencia mais que o ambiente no grau de felicidade da pessoa.

“Houve influências genéticas substanciais em todos os componentes”, diz o psicólogo Timothy Bates, autor do estudo. “Já os efeitos do ambiente foram insignificantes.” Em suma: cada pessoa tende a um nível natural de felicidade, que já vem programado no seu código genético. Lembre-se disso na próxima vez em que você estiver muito feliz – ou infeliz.

Dançar trabalha músculos, melhora agilidade e equilíbrio e emagrece

G1 (com adaptações)

Dançar não é simplesmente mexer pernas e braços e se deixar levar pela música. É uma atividade física que trabalha os músculos, permite a socialização das pessoas e melhora habilidades como ritmo, agilidade e equilíbrio. Isso sem contar nos ganhos para a autoestima e a sensualidade.

Segundo a fisiologista Isabel Chateaubriand, a dança é valida como atividade física porque é coordenada, organizada e fortalece os músculos. Também interfere nas áreas de comportamento, improviso e expressão individual e social. Ela destaca que tudo na vida inclui dança, até no nível das células. E o melhor, ainda ajuda a entrar em forma.

No aspecto da saúde, o exercício trabalha a sustentação do corpo, a contração muscular, o controle motor, a respiração, a resistência cardiopulmonar e o lado emocional, o que ajuda a fortalecer o organismo. Veja abaixo os benefícios que a dança proporciona para seu corpo:

Fazer aulas de três a cinco vezes por semana, durante uma hora, melhora o condicionamento físico da mesma forma que fazer academia. O único empecilho é quando alguém tem problemas nas articulações – aí é recomendada orientação médica. Veja abaixo quantas calorias você pode perder com cada tipo de música. Depois, é só escolher a que mais lhe agrada e cair na pista…

Receita de quarta: Geléia de pimenta

Alessandra Bernardo

Completamente apaixonada por pimentas (de todos os tipos e sabores), vivo usando este tempero maravilhoso nos pratos singelos que faço ou invento, de vez em quando. Como alimento, a pimenta tem bom poder nutritivo, pois contém vitaminas A, B e C, aminoácidos, ferro e magnésio. E há quem diga que a pimenta auxilie, também, no tratamento da obesidade. Bem, esta semana, procurando uma receita nova para testar, encontrei esta belezinha aqui…

Ingredientes:

4 pimentas dedo de moça sem sementes picadas (coloque menos se você não suportar)
1 maçã descascada e ralada no ralo grosso
1 xícara de açúcar
2 dentes de alho descascados
1 pitada de sal

Modo de preparo

Em uma panela, coloque todos os ingredientes e leve ao fogo médio por 20 minutos sem mexer. A geleia ganha consistência depois que esfria, então apague o fogo e observe a mudança linda que acontece. Depois, é só retirar os dentes de alho, transferir a geleia para um pote de vidro esterilizado e mantê-la na geladeira.

Homens que fazem faxina são mais felizes

IG

Menos brigas, menos culpas, menos rivalidade no casamento, uma mulher muito mais animada e disposta para curtir a vida. Segundo pesquisa da Universidade de Cambridge, o segredo é simples: arregaçar as mangas e abraçar a vassoura, o aspirador e os panos de limpeza pode garantir aos homens uma vida conjugal mais feliz.

O objetivo era mapear a desigualdade de gênero na sociedade contemporânea. No entanto, uma das maiores surpresas foi descobrir que os homens são mais felizes quando contribuem igualmente nas tarefas domésticas.

Perguntaram aos participantes quanto tempo eles gastavam em tarefas como cozinhar, lavar, limpar, fazer compras e reparos na casa. Paralelamente, avaliavam indicadores de bem-estar em outros aspectos da vida do grupo estudado.

Os pesquisadores esperavam que os conflitos aumentassem conforme os homens fossem mais ativos nas tarefas domésticas porque, teoricamente, eles estariam sendo obrigados a fazer algo que não gostavam em detrimento de atividades prazerosas. Na prática, aconteceu o oposto. Quando os homens assumiram parte das tarefas, os conflitos diminuíram e o bem-estar aumentou.

A iniciativa masculina não é exatamente mágica: o estudo sugere que as mulheres estão se tornando mais assertivas e deixando clara sua insatisfação com os parceiros ‘preguiçosos’.

Quando a mulher é responsável pela maior parte do trabalho doméstico, isso gera um clima de tensão que faz com que os homens se sintam, no mínimo, desconfortáveis. E acabam aderindo a uma divisão de trabalho mais igualitária.

A perturbação na harmonia do casamento por conta de uma divisão injusta nas tarefas do lar já havia sido notada por Esping-Andersen. “Há evidências de que a fertilidade em mulheres no mercado depende crucialmente da possibilidade de contar com a ajuda do parceiro. Há também evidência de que a contribuição nas tarefas domésticas diminui o risco de separação e de divórcio”, diz o sociólogo em um artigo em seu site pessoal.

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