Dicas para a bateria do seu carro durar mais

AutoEsporte (com adaptações)

 A bateria dos carros requer cuidados especiais. Constituída basicamente de placas de chumbo (positivas e negativas) e solução de ácido sulfúrico (eletrólito), que ficam alojados dentro de uma caixa plástica, a bateria nada mais é que uma fonte acumulativa de energia. Por isso, especialistas apontam para os cuidados com acessórios eletrônicos como rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos e eletrônicos que nunca ficam desligados – como a central de injeção – e que são aparelhos que possuem a chamada corrente de stand by. Que puxam energia quando o veículo está desligado.

O rádio e o alarme, por exemplo, dependendo dos tipos, podem acarretar uma descarga na bateria de apenas um dia se estiverem funcionando com o motor desligado. Utilizar peças originais é a principal dica para que a corrente stand by não descarregue o acumulador. Por isso, é preciso verificar a capacidade máxima da bateria e do alternador antes de instalar novos acessórios. Sistemas de som potentes, por exemplo, consomem mais energia e, pode ser preciso optar por peças que tenham maior capacidade.

 Carros parados também consomem energia da bateria

Quem usa o carro esporadicamente ou precisa “hiberná-lo” por um tempo prolongado, a recomendação é desligar os terminais dos cabos das baterias, a fim de evitar a descarga precoce da bateria. “Carros parados também consomem energia da bateria. Neste caso, se o veículo for ficar inutilizado por mais de 20 ou 30 dias, caso não seja possível deixá-lo com alguém para o seu funcionamento, o correto é desligar o cabo do terminal positivo, para evitar a redução da vida útil da bateria e também qualquer risco de curto-circuito”, recomenda o professor de Engenharia Mecânica Automobilística, Edson Esteves.

Segundo os especialistas, a durabilidade de uma bateria, em média, é de dois a três anos, mas pode cair pela metade se o dono não tiver os devidos cuidados como, por exemplo, deixar as luzes ou acessórios ligados quando o motor estiver desligado. Outra dica importante é não dar a partida no veículo com o farol ligado, o que também puxa carga da bateria, diminuindo sua vida útil. Isso vale também para carros com sistema de acendimento automático.

A bateria arriou. E agora?

 Para o caso das baterias arriadas, há alguns sistemas de rádio que necessitam de codificação para voltar a funcionar e as concessionárias cobram caro pelo serviço. Por isso a consulta ao manual do proprietário é primordial. Nem tente fazer uma “chupeta” (ligação direta entre bateria arriada e uma auxiliar), porque, em alguns casos, pode se causar um dano significativo no sistema elétrico do veículo, além de ter um gasto extra. Os especialistas alertam ainda que os cabos auxiliares vendidos em supermercados para fazer a ligação direta entre as baterias nem sempre são confiáveis, dependendo do estado da bateria.

Eles explicam que o ideal é chamar um mecânico de confiança, pois o profissional possui equipamentos próprios para fazer medição da carga da bateria, como scanner ou voltímetro. Através destas ferramentas, o técnico avaliará se o problema está realmente na bateria ou no alternador, componente responsável por transformar a energia mecânica em elétrica, através da corrente alternada induzida por campo magnético. Isso deve ser feito a cada seis meses, em uma oficina especializada.

 

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