Posts Tagged ‘animais’

O cão mais feio do mundo morreu

Alessandra Bernardo

O cãozinho mais feio do mundo já não está mais entre nós. A cadelinha Yoda (nome sugestivo, né, gente…), que era uma mistura de crista chinês com chiuaua, faleceu no último sábado, nos Estados Unidos. Famosa ao ganhar o concurso “O Cão Mais Feio do Mundo” em 2011, ela participou de vários programas de TV, incluindo um em que os animais feios recebiam tratamento de beleza. A pequena Yoda, que pesava apenas 800 gramas, podia ser diferente dos padrões de beleza, mas era bem simpática, de acordo com sua dona.

Pois é, morreu. É sempre triste. Já criei animais antigamente e sei bem a companhia valiosa que um cachorro pode ser para nós, humanos que acreditamos ser superiores a estes animais. Os olhares de alegria, de tristeza, de confiança, de gratidão… as lambidas, os cheirinhos que eles vivem nos dando, os latidos querendo chamar a atenção, o deitar sobre nossos pés… são coisas que, pelo menos eu, guardo sempre comigo como boas lembranças de amigos que já se foram.

Hoje, por morar em apartamento, não tenho condições de criar um cachorro. Até poderia, já que o condomínio permite, mas não acho justo com eles. Cachorro precisa de espaço para correr, seja ele pequeno ou grande. Às vezes, bate uma angústia, mas é preciso ser racional nesta hora, para não me desmanchar.

Alivio minha necessidade de ter a companhia de um cachorro com as cadelas que minha sogra cria em sua casa. Julie, Mila e Xena são três mocinhas distintas, carinhosas e cativantes, que encantam qualquer pessoa… Tem ainda o casal que meus cunhados criam – Duda e Billie, uma mocinha braba e um rapagão grandão, desengonçado e carinhoso que chamo de Billie Ocean… ele nunca reclamou porque é um doce, praticamente um beijinho, já que é branquinho meio amareladinho…

Pois é, cachorro é tudo de ótimo. Pelo menos para mim…

 

 

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Cachorros conseguem compreender humanos

 Galileu

De acordo com um novo estudo, cachorros têm a mesma capacidade de compreensão de nossas intenções do que um bebê de seis meses. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores da Universidade Eötvös Loránd, na Hungria, analisaram a forma com que os cães reagiam enquanto uma pessoa falava com eles.

Quando os pets olhavam nos olhos de seu interlocutor e esse olhar era retribuído, eles passavam a seguir o olhar da pessoa com os próprios olhos. Isso não acontecia quando não havia contato visual. Segundo os cientistas, isso significa que eles estariam atentos aos sinais que damos de nossas intenções, da mesma forma que um bebê que ainda não sabe falar faz.

A atenção dos cachorros também era maior quando a pessoa falava com ele em um tom de voz mais alto – em outras palavras, com voz de bebê. De acordo com os cientistas, isso acontece porque o cão sabe que, quando você fala desse jeito, está interagindo com ele e, assim, presta mais atenção.

Outro estudo, publicado em 2011, mostrava que os cães normalmente pedem comida para aquelas pessoas que olham para eles do que para aquelas que não estão fazendo contato visual. Ao mesmo tempo, o veterinário especialista em inteligência canina Stanley Coren, estima que um cachorro decore o som e o significado de 165 palavras, o que equivale ao vocabulário de uma criança de dois anos.

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