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Chocolate amargo evita infarto

Alessandra Bernardo

Enfim, uma ótima notícia para quem gosta de chocolate amargo. Um estudo feito pela Universidade de Monash, na Austrália, confirmou que comer cem gramas diárias de chocolate com 70% de cacau ajuda a prevenir infartos. A quantidade é suficiente para evitar 70 ataques cardíacos mortais e 15 de menor intensidade em cada cem mil habitantes que apresentem risco de doença cardíaca.

Isso porque o chocolate amargo é rico em flavonóides, que  são antioxidantes naturais de alto poder que limitam o estresse, tão comum na correria do dia-a-dia. Além disso, também diminuem o risco de doenças cardiovasculares, cânceres e outras doenças graves, que podem levar uma pessoa à morte.

Conforme a pesquisadora Ella Zomer, que comandou o estudo, o chocolate amargo ou escuro, como também é chamado, pode ser uma alternativa ou um complemento aos tratamentos médicos de pessoas que apresentam alto risco de sofrer alguma doença cardiovascular. Estudos anteriores, feitos em outras partes do mundo, já haviam comprovado os efeitos positivos e poderosos do chocolate amargo para a saúde.

Um deles revelou que, se somarmos o consumo de chocolate amargo ou escuro e a prática de exercícios físicos, podemos estimular a memória. Isso tudo por causa da epicatequina, uma substância encontrada no cacau. Outro mostrou que um consumo diário de 45 gramas é o suficiente para reduzir os sintomas da síndrome de fadiga crônica, caracterizada pelo cansaço generalizado.

 

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Dicas para a bateria do seu carro durar mais

AutoEsporte (com adaptações)

 A bateria dos carros requer cuidados especiais. Constituída basicamente de placas de chumbo (positivas e negativas) e solução de ácido sulfúrico (eletrólito), que ficam alojados dentro de uma caixa plástica, a bateria nada mais é que uma fonte acumulativa de energia. Por isso, especialistas apontam para os cuidados com acessórios eletrônicos como rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos e eletrônicos que nunca ficam desligados – como a central de injeção – e que são aparelhos que possuem a chamada corrente de stand by. Que puxam energia quando o veículo está desligado.

O rádio e o alarme, por exemplo, dependendo dos tipos, podem acarretar uma descarga na bateria de apenas um dia se estiverem funcionando com o motor desligado. Utilizar peças originais é a principal dica para que a corrente stand by não descarregue o acumulador. Por isso, é preciso verificar a capacidade máxima da bateria e do alternador antes de instalar novos acessórios. Sistemas de som potentes, por exemplo, consomem mais energia e, pode ser preciso optar por peças que tenham maior capacidade.

 Carros parados também consomem energia da bateria

Quem usa o carro esporadicamente ou precisa “hiberná-lo” por um tempo prolongado, a recomendação é desligar os terminais dos cabos das baterias, a fim de evitar a descarga precoce da bateria. “Carros parados também consomem energia da bateria. Neste caso, se o veículo for ficar inutilizado por mais de 20 ou 30 dias, caso não seja possível deixá-lo com alguém para o seu funcionamento, o correto é desligar o cabo do terminal positivo, para evitar a redução da vida útil da bateria e também qualquer risco de curto-circuito”, recomenda o professor de Engenharia Mecânica Automobilística, Edson Esteves.

Segundo os especialistas, a durabilidade de uma bateria, em média, é de dois a três anos, mas pode cair pela metade se o dono não tiver os devidos cuidados como, por exemplo, deixar as luzes ou acessórios ligados quando o motor estiver desligado. Outra dica importante é não dar a partida no veículo com o farol ligado, o que também puxa carga da bateria, diminuindo sua vida útil. Isso vale também para carros com sistema de acendimento automático.

A bateria arriou. E agora?

 Para o caso das baterias arriadas, há alguns sistemas de rádio que necessitam de codificação para voltar a funcionar e as concessionárias cobram caro pelo serviço. Por isso a consulta ao manual do proprietário é primordial. Nem tente fazer uma “chupeta” (ligação direta entre bateria arriada e uma auxiliar), porque, em alguns casos, pode se causar um dano significativo no sistema elétrico do veículo, além de ter um gasto extra. Os especialistas alertam ainda que os cabos auxiliares vendidos em supermercados para fazer a ligação direta entre as baterias nem sempre são confiáveis, dependendo do estado da bateria.

Eles explicam que o ideal é chamar um mecânico de confiança, pois o profissional possui equipamentos próprios para fazer medição da carga da bateria, como scanner ou voltímetro. Através destas ferramentas, o técnico avaliará se o problema está realmente na bateria ou no alternador, componente responsável por transformar a energia mecânica em elétrica, através da corrente alternada induzida por campo magnético. Isso deve ser feito a cada seis meses, em uma oficina especializada.

 

Conheça os carros mais econômicos do Brasil

Alessandra Bernardo

Na hora de comprar um carro, a maioria olha o design, a marca e os opcionais que o modelo escolhido oferece, mas se esquece de um item fundamental: o consumo de combustível. Pois bem, desde a semana passada, todos os veículos comercializados no país trarão um selo de eficiência energética do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro). A etiqueta, semelhante à usada em eletrodomésticos, avalia a economia dos automóveis de cada categoria no consumo de combustível e varia entre as letras “A” (mais eficiente e, portanto, mais econômicos) e “E” (menos eficiente), permitindo que o consumidor possa comparar os gastos de cada um.

Este ano, oito fabricantes que integram o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro (Fiat, Ford, Honda, Kia, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagem) participam com 157 versões de 105 modelos. O selo é obrigatório para todos os veículos fabricados no Brasil a partir do último dia 15 de abril. Uma projeção mostra que um motorista que optar por um modelo compacto com classificação “A” poupará cerca de R$ 612 nos gastos com combustível em um ano, se comparado a um veículo com nota “E”, por exemplo. Em cinco anos, a economia pode atingir R$ 3 mil, considerando um carro que rode 40km por dia.

Veja abaixo a lista com os dez modelos mais econômicos do país.

Consumo com gasolina 

Consumo com Etanol (álcool) 

  1. Fiat Uno Mille Fire Economy
    Nota A: 12,7 km/l na cidade; 15,6 km/l na estrada
  1. Fiat Novo Uno Economy Evo
    Nota A: 12,5 km/l na cidade; 15,2 km/l na estrada
  1. Renault Sandero 1.0 16V
    Nota A: 12,1 km/l na cidade; 13 km/l na estrada
  1. Renault Logan 1.0 16V
    Nota A: 12,1 km/l na cidade; 13 km/l na estrada
  1. VW Gol G4 Ecomotion
    Nota A: 12 km/l na cidade; 14,1 km/l na estrada
  1. Fiat Siena Fire
    Nota A: 12 km/l na cidade; 14.1 km/l na estrada
  1. Honda Fit (todos)
    Nota A: 11,8 km/l na cidade; 13,3 km/l na estrada
  1. VW Polo Bluemotion
    Nota A: 10,8 km/l na cidade; 15 km/l na estrada
  1. VW Saveiro 1.6 8V
    Nota A: 10,7 km/l na cidade; 12,3 km/l na estrada
  1. Honda Civic (todos)
    Nota A: 10,5 km/l na cidade; 13,4 km/l na estrada
  1. Renault Fluence Dynamique 2.0 M/T
    Nota A: 10,2 km/l na cidade; 14,1 km/l na estrada
  1. Toyota Corolla 1.8
    Nota A: 10,2 km/l (M/T) ou 10,5 (A/T) na cidade; 13,5 km/l (M/T) ou 13,3 (A/T) na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4×2
    Nota B: 9,9 km/l na cidade; 11,2 km/l na estrada
  1. Fiat Palio Weekend Adventure Dualogic 1.8
    Nota B: 9,9 km/l na cidade; 10,9 km/l na estrada
  1. Renault Kangoo Express 1.6 16V
    Nota A: 9 km/l na cidade; 10,9 km/l na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4WD
    Nota A: 8,9 km/l na cidade; 10,2 km/l na estrada
  1. Fiat Uno Mille Fire Economy
    Nota A: 8,9 km/l na cidade; 10,7 km/l na estrada
  1. Fiat Novo Uno Economy Evo
    Nota A: 8,7 km/l na cidade; 10,4 km/l na estrada
  1. VW Gol Ecomotion
    Nota A: 8,4 KM/l na cidade; 9,8 km/l na estrada
  1. Fiat Siena Fire
    Nota A: 8.2 km/l na cidade; 9,8 km/l na estrada
  1. Honda Fit (todos)
    Nota A: 8,1 km/l na cidade; 9,2 km/l na estrada
  1. Renault Sandero 1.0 16V
    Nota A: 8 km/l na cidade; 8,8 km/l na estrada
  1. Renault Logan 1.0 16V
    Nota A: 8 km/l na cidade; 8,8 km/l na estrada
  1. VW Polo Bluemotion
    Nota A: 7,4 km/l na cidade; 10,5 km/l na estrada
  1. Honda Civic (todos)
    Nota A: 7,3 km/l na cidade; 10 km/l na estrada
  1. VW Saveiro 1.6 8V
    Nota A: 7,3 km/l na cidade; 8,5 km/l na estrada
  1. Toyota Corolla 1.8
    Nota A: 7 km/l (M/T) ou 7,1 (A/T) na cidade; 9,6 km/l (M/T) ou 9,1 (A/T) na estrada
  1. Renault Fluence Dynamique 2.0 M/T
    Nota A: 6,8 km/l na cidade; 9,2 km/l na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4×2
    Nota B: 6,7 km/l na cidade; 7,8 km/l na estrada
  1. Fiat Palio Weekend Adventure Dualogic 1.8
    Nota B: 6,4 km/l na cidade; 7,3 km/l na estrada
  1. Renault Kangoo Express 1.6 16V
    Nota A: 6,1 km/l na cidade; 7,4 km/l na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4WD
    Nota A: 6,1 km/l na cidade; 7,2 km/l na estrada

 

Lista completa

Já a lista completa com notas e consumo de todos os participantes de cada uma das nove categorias do Programa de Etiquetagem Veicular pode ser obtida nos links abaixo:

– Subcompactos: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat 500, Fiat Mille Economy, Fiat Uno Economy, Fiat Palio, Renault Clio, Ford Ka, Kia Picanto.

– Compacto: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Siena Fire, Honda Fit, Peugeot 207, Peugeot 207 Passion, Peugeot 207 SW, Renault Sandero 1.0 16V, VW Gol G4 (1.0 e 1.0 Ecomotion), VW Gol G5, Fiat Palio, VW Polo Bluemotion, VW Polo Sedan.

– Médios: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Honda City, Ford Fiesta, Ford Fiesta Sedan, Kia Soul, Renault Logan 1.0, Renault Symbol, VW Voyage.

– Grandes: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Ford Focus, Ford Focus Sedan; Ford Fusion Hybrid, Kia Cerato, Honda Civic, Peugeot 3008, Peugeot 308 CC, Peugeot 508, Peugeot RCZ, Toyota Corolla 1.8 (manual e automático), Toyota Camry, Renault Fluence 2.0, Renault Megane Grand Tour.

– Veículos de carga derivados: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Strada, Fiat Fiorino, Ford Courier, VW Saveiro.

– Veículos comerciais: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Doblò Cargo, Ford Ranger, Renault Kangoo Express, VW Kombi.

– Utilitários leves: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Idea, Fiat Palio Weekend Adventure Dualogic, Fiat Strada, Ford Ecosport, Renault Duster 4×2 2.0, Kia Sportage.

– Fora de estrada (4×4): CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Ford Ecosport 4WD, Renault Duster 4WD, Toyota RAV4, Kia Sorento.

– Minivans: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Doblò.


Consumidores gastam mais quando há opiniões nas redes sociais

ImagemPag Seguro

As redes sociais possuem forte efeito sobre os consumidores. Segundo a pesquisa “A Guide to Market Leadership in 2012“, foi feita pela agência de Marketing ClearSaleing, consumidores online que chegam aos sites por meio das redes sociais gastam mais do que aqueles que chegam ao sites por ferramentas de busca, como o Google, por exemplo.

Os dados mostram que aqueles consumidores que chegam aos sites de e-commerce influenciados pelas redes sociais gastam, em média, US$ 280 por compra.

Já aqueles que encontram o site de comércio eletrônico por meio das ferramentas de busca disponíveis na web gastam bem menos, cerca de US$ 100. A média entre todos os canais, juntos, apresenta um valor médio de US$ 135,37, conforme mostra a pesquisa.

As redes sociais acabam tendo tal poder de influenciar as compras, sobretudo por levar em conta a opinião de amigos e conhecidos dos consumidores. “A influência que um conhecido tem na hora da decisão de compra é superior à da televisão ou dos anúncios de publicidade. Desta maneira, se uma pessoa entra em um e-commerce a partir do comentário de um amigo, a possibilidade da venda ser convertida é maior”, avalia o gerente de produtos da LikeStore, Ricardo Grandinetti.

Consumo de doces deve superar expectativa na Páscoa

Reclame aqui

Para a Páscoa deste ano, a expectativa de movimentação no mercado seja de R$ 2 bilhões, pois segundo levantamento do IPC Maps 2012, os brasileiros estão propensos a gastar mais com doces do que no ano passado. Conforme apuração, o cálculo chegou a 5,26% de aumento nas vendas comparando os dois últimos anos.

Em 2011, o consumo foi aproximadamente R$ 1,9 bilhão. Avaliando os números em geral, os indicadores de gastos apontam R$ 25 bilhões em compras de doces em geral no decorrer deste ano, sendo que no ano anterior os gastos foram de R$ 21 bilhões.

Dentre as classes responsáveis pela movimentação do mercado, a classe C se destaca por corresponder a 42,3% do consumo neste ano, o que equivale a R$ 837,4 milhões. Outra classe que se sobressai é a classe B, que garante 38,9%, no valor de R$ 769 milhões.  Já as classes A, D e E apresentam um gasto entre 9 a 10%, que correspondem em torno de R$ 185 milhões.

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