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Dilma lança Ação Brasil Carinhoso contra miséria

Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff anunciou na noite de domingo (13), em seu pronunciamento do Dia das Mães em cadeia nacional de TV e rádio, o lançamento da Ação Brasil Carinhoso. O programa vai tirar da miséria absoluta todas as famílias brasileiras que tenham crianças com até 6 anos de idade.

“O Brasil Carinhoso faz parte do grande Programa Brasil sem Miséria, que estamos desenvolvendo com sucesso em todo o território nacional. Será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no nosso país”, disse.

O primeiro eixo do programa, que deve beneficiar cerca de 4 milhões de famílias, vai garantir uma renda mínima de R$ 70 a cada membro das famílias extremamente pobres que tenham pelo menos uma criança nessa faixa etária, sendo um reforço ao Bolsa Família. Os outros dois eixos são o aumento do acessos dessas crianças à creche e a ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas.

Dilma ressaltou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país e que, historicamente, a faixa de idade na qual o país tem mais dificuldade em reduzir a pobreza é a de crianças de até seis anos. Além de estar concentrada entre os jovens, a presidenta observou que a pobreza absoluta atinge principalmente as regiões Norte e Nordeste, onde vivem 78% dessas crianças.

“Por essas razões, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com a máxima atenção para as crianças dessas duas regiões mais pobres do país”, destacou Dilma, explicando que, assim como outros programas do Brasil sem Miséria, será uma parceria do governo federal com os governos estaduais e municipais.

Em relação ao terceiro eixo do programa Brasil Carinhoso, Dilma disse que, além de ampliar a cobertura dos dos atuais programas de saúde, será lançado um amplo programa de controle da anemia e deficiência de vitamina A e disponibilizado gratuitamente, em unidades de farmácia popular, remédios contra a asma.

Antes de anunciar o novo programa, Dilma disse que devia ser a primeira vez que um presidente fazia um pronunciamento no Dia das Mãe e, no caso, uma presidenta, “que é uma mulher, que é filha, mãe e avó”. Ela deixou um abraço a todas as mães brasileiras, “em especial às que mais sofrem”.

Pais e filhos na era digital: novos desafios.

Cibertrans

O próximo evento Ciber.ComVersas está pertinho e você é o convidado especial…

Data: 04/05/2012

Horário: 19h30
Local: Auditório da Livraria Saraiva (antiga Siciliano), Midway Mall

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Dez erros dos pais na alimentação dos filhos

Ig (com adaptações)

Com uma alta gama de alimentos industrializados sendo oferecida atualmente, os maus hábitos alimentares podem dar as caras mais cedo do que nunca – e talvez os pais nem percebam. Por isso, listamos os dez erros mais comuns cometidos pelos pais no que diz respeito à alimentação dos filhos. Leia abaixo e lembre-se que, a partir de agora, você já pode bolar um novo plano para quando a rúcula ou a abobrinha forem à mesa.

1.    Dê os nomes certos aos alimentos – Rúcula, alface, escarola, agrião, couve. São diversos vegetais de gostos diferentes, mas, na hora de mostrar para a criança, muitas mães colocam todos sob o mesmo rótulo, chamando-os simplesmente de “verdinho”. O erro leva a criança a descartar vários alimentos de uma vez só.
2. Respeite a rotina da criança – As crianças precisam ter horários regrados e a alimentação não foge desta regra. Mas é comum que, nos finais de semana, tudo fique fora de ordem e a coisa mude de figura. Se a criança almoçar dois dias mais tarde do que o usual, vai ser difícil fazer com que ela almoce novamente no horário correto na segunda-feira.

3. Não faça sempre a vontade da criança – Os pais precisam deixar claro que são eles que mandam na alimentação. Quando novos alimentos passam a ser sugeridos, a criança que ainda está acostumada com o leite muitas vezes vai resmungar e resistir à novidade. Nesta hora, a arma dos pais é a perseverança. Vale até mascarar alguns alimentos. Mas sem exageros.

4. Varie na apresentação dos alimentos – A criança precisa de uma alimentação equilibrada e balanceada. Para isso, às vezes é necessário colocar a cenoura que ela nunca quer junto com o arroz, por exemplo, para que comece a aceitar. Mas não pare por aí: se seu filho aceitou a cenoura preparada com o arroz, os pais podem partir para um sanduíche com cenoura ou um suflê de cenoura, por exemplo.

5. Não seja preguiçoso – O maior erro cometido pelos pais é alimentar os filhos com aquilo que é mais fácil de ser feito. O paladar da criança ainda está em formação e alimentá-la com salgadinhos, sanduíches e doces é um mau começo. Vai ser ainda mais difícil fazê-la comer bem no futuro, já que estará acostumada com os vilões.

6. Evite a compensação – É comum muitos pais se sentirem culpados por passarem bastante tempo fora de casa, mas encher as crianças de guloseimas ou levá-las a restaurantes de fast food não só não vai resolver o problema, como pode criar outros. Isso pode deixar a criança desinteressada por alimentos mais saudáveis, já que ela sabe que um prato de espinafre pode ser substituído por outro mais atraente.

7. Desligue a televisão – Pode parecer mais fácil colocar a criança para ver um desenho animado enquanto come, já que ela se distrai, mas a criança precisa conseguir sentir os sabores da comida, para não recusá-la posteriormente. A criança está aprendendo a mastigar nesta fase e distraí-la pode atrapalhar o processo.

8. Dê atenção aos detalhes – Ao tratar com as crianças, é preciso deixar tudo o mais atraente possível. Muitos pais pensam que não é necessário, mas colocar a mesa e fazer os pratos visualmente interessantes são atitudes que contam muito para seus filhos apreciarem o momento e a comida. “

9. Não force a alimentação – Os pais precisam aprender a aceitar a vontade dos filhos quando eles não querem comer. Ou seja, se a criança pedir um copo de leite em vez do jantar, com arroz, feijão, ovo e carne, não se deve atender ao pedido dela, mas tampouco forçá-la a comer. Se os pais dão o leite, ela irá repetir a atitude. Mas se você disser às 18 horas que é só aquele prato que tem, e permanecer firme, às 20 horas ela vai aceitar.

10. Dê o exemplo – Não adianta querer que seu filho tome um suco de couve enquanto, na frente dele, você toma refrigerante. A regra é simples: se os pais dizem às crianças para não consumir determinado alimento, mas, ao mesmo tempo, o consomem, é difícil manter uma linha de coerência e fazer com que os filhos se alimentem de forma saudável. Os pais precisam ser a referência das crianças e fazer pelo menos uma refeição por dia com os pequenos.

 

Estudos sugerem que tecnologias podem prejudicar crianças no futuro

Revista Galileu

Uma sondagem feita pela organização norte-americana Pew Reseach Center revelou que especialistas em tecnologia e em educação têm opinião dividia quando o assunto é futuro conectado. Depois de ouvir mais de mil profissionais, entre professores, consultores e executivos relacionados à internet, os resultados mostraram que 45% das pessoas acreditavam que a tecnologia impactaria negativamente uma criança no futuro.

Para os que acharam que o efeito seria positivo (55%), a principal causa apontada foi a substituição de memorização. “Essa menor necessidade de memorizar coisas é o maior benefício para a sociedade desde a alfabetização”, acredita o pesquisador Paul Jones, da Universidade da Carolina do Norte.

Porém, para os que acreditam nos danos a longo prazo, a tecnologia deixará o cérebro de crianças muito mais preguiçoso. “As interações rápidas que a internet permite resultará em dificuldade de atenção e de foco. No futuro, nós provavelmente teremos uma estagnação em áreas como literatura e em desenvolvimento social”, disse Alvaro Rentana, executivo da HP.

O professor Paul Gardner-Stephen, da Universidade de Flinders, acredita que o maior impacto negativo resulta da possibilidade de controle sobre aqueles que dependem da tecnologia. Para o estudioso, as pessoas se tornarão tão dependentes da internet a ponto de somente conduzir suas vidas e resolver problemas profissionais e cívicos com a ajuda dela. Assim, o poder centralizado que puder controlar a internet, conseguirá controlar as futuras gerações.

O chefes e empregados das gigantes do Silício, como Google, Apple, Yahoo e eBay, têm cada vez mais matriculado seus filhos em escolas que proíbem o uso de computadores, celulares e qualquer outra tecnologia portável. A pesquisa ainda não conta com resultados conclusivos sobre o assunto, mas continuará sendo aprofundada. Esta foi a 5 sondagem feita pela Pew Reseach Center de uma série que tenta analisar o futuro da internet e da sociedade.

 

Estímulos precoces ajudam no desenvolvimento infantil

Alessandra Bernardo

As crianças já não são mais como antigamente. Hoje, elas se desenvolvem cada vez mais cedo e com poucos meses de idade já aprendem a gesticular, andar, falar e ler, entre outras ações. Tudo isso em um período de tempo bem mais curto que há alguns anos atrás, e o principal motivo para essa mudança é o excesso de informação que chega aos bebês hoje. Esse excedente de conhecimentos propiciou às crianças o aprendizado de funções humanas que antes só eram percebidas um pouco mais tarde. Por isso, seu bebê pode se desenvolver mais rápido que seus filhos adolescentes, sem representar problema algum.

Especialistas explicam que isso não significa que elas nasçam com alguma modificação genética ou que as crianças de gerações passadas nasceram menos desenvolvidas que as de hoje. Mas, apenas que elas são estimuladas mais cedo que antes, por causa da enorme quantidade de estímulos sensoriais a que são expostas desde seu nascimento. Ser alfabetizadas antes dos cinco anos de idade é um dos fatores que propiciam esse “milagre”.

“Elas passaram a frequentar a escola muito cedo e com dois ou três anos já estão nas creches e berçários, onde são estimuladas por professoras e também pela presença de outras crianças. A boa convivência familiar, com a participação dos pais em atividades importantes, como os estudos e as brincadeiras, também influencia de forma positiva o desenvolvimento precoce das crianças”, explica o pediatra João Medeiros.

A presença das novas tecnologias e da internet também é um fator responsável por essa precocidade. Hoje, não é difícil encontrar uma criança de cinco ou seis anos que saiba mexer com um computador, celular ou outra tecnologia moderna, que junto com a televisão, preenchem o espaço que antes era destinado aos jogos tradicionais, como o futebol com os vizinhos na rua de casa, os passeios de bicicleta pelas calçadas e as brincadeiras com bonecas ou carrinhos.

Exposição sensorial acontece já no primeiro mês de vida

Antigamente, as crianças passavam o primeiro mês de nascida praticamente trancadas no quarto, com pouca iluminação, poucos sons, porque não podia se fazer barulho para não assustar o bebê. A casa era silenciosa, poucas pessoas tinham contato com o recém-nascido e ele só saia para passear com seus pais, do segundo mês em diante. Hoje em dia, acontece tudo ao contrário e é comum vermos bebês recém-nascidos com seus pais em shoppings, nas casas de parentes e amigos, festas, etc.

“Dessa forma, eles têm mais contatos com pessoas diferentes, com sons, cores, luzes diferentes. Ou seja, eles têm uma exposição sensorial que antes não tinham acesso. Com isso, as crianças hoje passam a ter um olhar mais atento sobre as coisas ainda nas primeiras semanas de vida. Logo, desenvolvem em um período de tempo mais curto que antes, a parte motora e a fala, por exemplo”, explica o pediatra.

Presença dos pais ajuda no desenvolvimento

A melhor maneira de favorecer o desenvolvimento da criança é através da companhia dos pais e da família, para que este ocorra de forma tranquila e sem problemas. Esses estímulos são positivos para todas as crianças, mas, para João Medeiros, é ainda melhor quando ela apresenta algum problema de desenvolvimento, como deficiências ou retardo intelectual, e necessitam de estímulo para recuperar algo que não tenha desenvolvido.

“Recém-nascidos prematuros ou portadores de deficiência são crianças que necessitam de estímulos ainda no primeiro ano de vida. No entanto, não devemos exagerar e enche-la de atividades e estímulos, pois isso pode trazer mais problemas que soluções”, explica.

Além disso, a hora de brincar é muito mais do que um simples momento de diversão, pois é nesse período que ela pode aprender muito. Por isso, as brincadeiras devem fazer parte da rotina de educação e do tempo da criança, pois elas divertem, estimulam o convívio com outras crianças, dão noções de ganhar, perder, frustração e sugerem situações comuns do dia-a-dia, que os pequenos terão que enfrentar um dia.

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