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Conheça os carros mais econômicos do Brasil

Alessandra Bernardo

Na hora de comprar um carro, a maioria olha o design, a marca e os opcionais que o modelo escolhido oferece, mas se esquece de um item fundamental: o consumo de combustível. Pois bem, desde a semana passada, todos os veículos comercializados no país trarão um selo de eficiência energética do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro). A etiqueta, semelhante à usada em eletrodomésticos, avalia a economia dos automóveis de cada categoria no consumo de combustível e varia entre as letras “A” (mais eficiente e, portanto, mais econômicos) e “E” (menos eficiente), permitindo que o consumidor possa comparar os gastos de cada um.

Este ano, oito fabricantes que integram o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro (Fiat, Ford, Honda, Kia, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagem) participam com 157 versões de 105 modelos. O selo é obrigatório para todos os veículos fabricados no Brasil a partir do último dia 15 de abril. Uma projeção mostra que um motorista que optar por um modelo compacto com classificação “A” poupará cerca de R$ 612 nos gastos com combustível em um ano, se comparado a um veículo com nota “E”, por exemplo. Em cinco anos, a economia pode atingir R$ 3 mil, considerando um carro que rode 40km por dia.

Veja abaixo a lista com os dez modelos mais econômicos do país.

Consumo com gasolina 

Consumo com Etanol (álcool) 

  1. Fiat Uno Mille Fire Economy
    Nota A: 12,7 km/l na cidade; 15,6 km/l na estrada
  1. Fiat Novo Uno Economy Evo
    Nota A: 12,5 km/l na cidade; 15,2 km/l na estrada
  1. Renault Sandero 1.0 16V
    Nota A: 12,1 km/l na cidade; 13 km/l na estrada
  1. Renault Logan 1.0 16V
    Nota A: 12,1 km/l na cidade; 13 km/l na estrada
  1. VW Gol G4 Ecomotion
    Nota A: 12 km/l na cidade; 14,1 km/l na estrada
  1. Fiat Siena Fire
    Nota A: 12 km/l na cidade; 14.1 km/l na estrada
  1. Honda Fit (todos)
    Nota A: 11,8 km/l na cidade; 13,3 km/l na estrada
  1. VW Polo Bluemotion
    Nota A: 10,8 km/l na cidade; 15 km/l na estrada
  1. VW Saveiro 1.6 8V
    Nota A: 10,7 km/l na cidade; 12,3 km/l na estrada
  1. Honda Civic (todos)
    Nota A: 10,5 km/l na cidade; 13,4 km/l na estrada
  1. Renault Fluence Dynamique 2.0 M/T
    Nota A: 10,2 km/l na cidade; 14,1 km/l na estrada
  1. Toyota Corolla 1.8
    Nota A: 10,2 km/l (M/T) ou 10,5 (A/T) na cidade; 13,5 km/l (M/T) ou 13,3 (A/T) na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4×2
    Nota B: 9,9 km/l na cidade; 11,2 km/l na estrada
  1. Fiat Palio Weekend Adventure Dualogic 1.8
    Nota B: 9,9 km/l na cidade; 10,9 km/l na estrada
  1. Renault Kangoo Express 1.6 16V
    Nota A: 9 km/l na cidade; 10,9 km/l na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4WD
    Nota A: 8,9 km/l na cidade; 10,2 km/l na estrada
  1. Fiat Uno Mille Fire Economy
    Nota A: 8,9 km/l na cidade; 10,7 km/l na estrada
  1. Fiat Novo Uno Economy Evo
    Nota A: 8,7 km/l na cidade; 10,4 km/l na estrada
  1. VW Gol Ecomotion
    Nota A: 8,4 KM/l na cidade; 9,8 km/l na estrada
  1. Fiat Siena Fire
    Nota A: 8.2 km/l na cidade; 9,8 km/l na estrada
  1. Honda Fit (todos)
    Nota A: 8,1 km/l na cidade; 9,2 km/l na estrada
  1. Renault Sandero 1.0 16V
    Nota A: 8 km/l na cidade; 8,8 km/l na estrada
  1. Renault Logan 1.0 16V
    Nota A: 8 km/l na cidade; 8,8 km/l na estrada
  1. VW Polo Bluemotion
    Nota A: 7,4 km/l na cidade; 10,5 km/l na estrada
  1. Honda Civic (todos)
    Nota A: 7,3 km/l na cidade; 10 km/l na estrada
  1. VW Saveiro 1.6 8V
    Nota A: 7,3 km/l na cidade; 8,5 km/l na estrada
  1. Toyota Corolla 1.8
    Nota A: 7 km/l (M/T) ou 7,1 (A/T) na cidade; 9,6 km/l (M/T) ou 9,1 (A/T) na estrada
  1. Renault Fluence Dynamique 2.0 M/T
    Nota A: 6,8 km/l na cidade; 9,2 km/l na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4×2
    Nota B: 6,7 km/l na cidade; 7,8 km/l na estrada
  1. Fiat Palio Weekend Adventure Dualogic 1.8
    Nota B: 6,4 km/l na cidade; 7,3 km/l na estrada
  1. Renault Kangoo Express 1.6 16V
    Nota A: 6,1 km/l na cidade; 7,4 km/l na estrada
  1. Renault Duster 2.0 4WD
    Nota A: 6,1 km/l na cidade; 7,2 km/l na estrada

 

Lista completa

Já a lista completa com notas e consumo de todos os participantes de cada uma das nove categorias do Programa de Etiquetagem Veicular pode ser obtida nos links abaixo:

– Subcompactos: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat 500, Fiat Mille Economy, Fiat Uno Economy, Fiat Palio, Renault Clio, Ford Ka, Kia Picanto.

– Compacto: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Siena Fire, Honda Fit, Peugeot 207, Peugeot 207 Passion, Peugeot 207 SW, Renault Sandero 1.0 16V, VW Gol G4 (1.0 e 1.0 Ecomotion), VW Gol G5, Fiat Palio, VW Polo Bluemotion, VW Polo Sedan.

– Médios: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Honda City, Ford Fiesta, Ford Fiesta Sedan, Kia Soul, Renault Logan 1.0, Renault Symbol, VW Voyage.

– Grandes: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Ford Focus, Ford Focus Sedan; Ford Fusion Hybrid, Kia Cerato, Honda Civic, Peugeot 3008, Peugeot 308 CC, Peugeot 508, Peugeot RCZ, Toyota Corolla 1.8 (manual e automático), Toyota Camry, Renault Fluence 2.0, Renault Megane Grand Tour.

– Veículos de carga derivados: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Strada, Fiat Fiorino, Ford Courier, VW Saveiro.

– Veículos comerciais: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Doblò Cargo, Ford Ranger, Renault Kangoo Express, VW Kombi.

– Utilitários leves: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Idea, Fiat Palio Weekend Adventure Dualogic, Fiat Strada, Ford Ecosport, Renault Duster 4×2 2.0, Kia Sportage.

– Fora de estrada (4×4): CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Ford Ecosport 4WD, Renault Duster 4WD, Toyota RAV4, Kia Sorento.

– Minivans: CLIQUE AQUI
Modelos incluídos: Fiat Doblò.


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Medicamentos terão reajuste de até 5,85% a partir de 31 de março

Agência Brasil

Uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) publicada nesta segunda-geira (19) no Diário Oficial da União autoriza reajustes de até 5,85% no preço dos remédios vendidos em todo o País. Em 2011, os remédios tiveram reajuste de até 6,01%.

As alterações podem ser feitas a partir do próximo dia 31 e devem ter como referência o chamado preço fabricante (limite usado por laboratórios ou distribuidores de medicamentos para venda no mercado brasileiro) cobrado em 31 de março de 2011. Até a data limite para a entrada em vigor do reajuste, as empresas produtoras de medicamentos deverão apresentar à Cmed o relatório de comercialização com os preços que pretendem cobrar após a aplicação da correção.

De acordo com a resolução, a categoria de remédios em que o faturamento com a venda de genéricos seja igual ou superior a 20% pode sofrer reajuste de até 5,85%. Já a categoria de remédios com faturamento de genéricos entre 15% e 19% tem reajuste autorizado de até 2,8%.

O reajuste de até 5,85% tem como base a variação, nos últimos 12 meses, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Como recolher menos Imposto de Renda

Felipe Crisanto*

O contribuinte pode escolher entre dois modelos de declaração (simplificado ou completo). O modelo simplificado é aquele em que há um percentual fixo de 20% (vinte por cento) de desconto, até o limite de R$ 13.916,36, na base de cálculo do imposto de renda. Este modelo é indicado àquelas pessoas que não possuem deduções ou possuem deduções insignificantes. É dispensada a comprovação da despesa e a indicação da sua espécie.

Caso o contribuinte não se encaixe no modelo simplificado, justamente por possuir muitas deduções (gastos com educação, dependentes, plano de saúde, etc.), poderá optar pelo modelo completo, através do qual deverá informar todos os rendimentos e gastos ocorridos no ano. Sabendo fazer esta opção, o contribuinte poderá levar bastante vantagem.

Optando pelo modelo completo, vários são os gastos que poderão ser deduzidos. O regulamento do imposto de renda não prevê limite para dedução dos pagamentos efetuados, no ano calendário, a médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e hospitais, bem como as despesas com exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias (Lei nº 9.250, de 1995, art. 8º, inciso II, alínea “a”). Já a dedução referente a despesas com educação possui limite individual de R$ 2.958,23.

Dependentes e outras deduções

Os dependentes do contribuinte também são alvos de deduções. Atualmente, para o ano calendário 2011, pode ser deduzido a quantia de R$ 157,47 por dependente. Vale lembrar que o dependente, de fato, passa a ser uma pessoa pela qual o contribuinte é responsável, o que faz com que ele possa deduzir as despesas relativas àquele dependente.

Não diferente disso, apesar do empregado doméstico não ser um dependente, o que não pode ser confundido, a dedução permitida com a contribuição previdenciária do empregado possui o limite de R$ 866,60 (oitocentos e sessenta e seis reais e sessenta centavos). Lembrando que a declaração, mesmo que conjunta, está limitada a um empregado doméstico. Ressalte-se, também, que esta situação só se aplica para o empregador que decidiu por fazer a contribuição do FGTS do empregado.

Outra dedução bastante utilizada é a relativa à pensão alimentícia. Desde que haja decisão judicial ou acordo homologado judicialmente, inclusive quanto à prestação de alimentos provisionais, o contribuinte pode deduzir a importância. O maior de 65 anos, a partir do mês que completar aniversário, para o ano calendário 2011, pode deduzir a quantia de R$ 1.566,61.

Não menos importante, as doações para fins de incentivos fiscais (Fundos da Criança e do Adolescente, Lei Rouanet, Audiovisuais, dentre outros), também podem ser deduzidas no limite de 3% do imposto devido. Todavia, o dízimo entregue à Igreja pode ser declarado na ficha “Pagamentos e Doações Efetuadas”, mas não deduzido.

Casais devem declarar em conjunto ou separado?

Por fim, os casais devem analisar se é melhor declarar o imposto de renda em conjunto ou separado. Geralmente a declaração é feita em conjunto quando um dos cônjuges não possui rendimentos. Neste caso, a mulher ou o homem entrará como dependente e, o contribuinte, poderá utilizar todas as deduções do seu parceiro(a). Já quando ambos possuem rendimentos tributáveis, em verdade, o melhor é fazer o teste com o seu contador.

Caros, a multa para a entrega da declaração fora do prazo continua a mesma: mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do imposto devido. A declaração terá que ser apresentada até 30 de abril de 2012 e a Receita Federal espera receber este ano cerca de 25 milhões de declarações. Em 2011, foram enviados 24,37 milhões.

CONCEITUANDO: DEDUZIR É BOM, MAS O LEÃO ESTÁ DE OLHO. NÃO SE ESQUEÇAM DE GUARDAR OS COMPROVANTES.

*Advogado, escreve a coluna Conceituando no Estampa-PB.

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