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Perfil dos brasileiros nas redes sociais

Cyberbullying e “stalking” podem virar crime

Galileu

Após fotos nuas da atriz Carolina Dieckmann terem sido obtidas ilegalmente e espalhadas pela internet, o legislativo brasileiro parece ter voltado sua atenção para o que acontece no meio. Foi aprovado um projeto de lei que criminaliza o cyberbullying e de stalking – e, se você tem contas em redes sociais, sabe o quanto isso é, infelizmente, comum.

De acordo com a proposta de lei, cyberbullying é “intimidar, constranger, ameaçar, assediar sexualmente, ofender, castigar, agredir ou segregar” crianças e adolescentes, enquanto ‘stalkear’ seria “perseguição obssessiva de uma outra pessoa ameaçando sua integridade física ou psicológica ou ainda invadindo ou perturbando sua privacidade”. No primeiro caso, a pena para condenados pode chegar até a quatro anos de prisão e, no segundo, o culpado pode ficar confinado por até sete anos.

Perfil fake pode virar crime também

A comissão de juristas que discute a reforma do Código Penal no Senado aprovou a criação de um capítulo inteiro dedicado a crimes cibernéticos, após a polêmica envolvendo Carolina Dieckmann. A proposta prevê que quem acessar de forma indevida um site protegido por senha, seja invadindo o perfil de outra pessoa ou criando uma identidade falsa, pode pegar de seis meses a um ano de prisão. E mais: caso haja algum prejuízo a terceiro, a pena pode ser aumentada em até um terço.

O projeto não especifica o que é considerado um perfil falso, o que ameaça perfis “fake” de famosos ou contas sob um pseudônimo – mesmo que não sejam perigosos. Ou seja, contas humorísticas, que aparecem muito no Twitter, podem estar com os dias contados. Se você tem um perfil por lá, com certeza conhece ou segue alguma delas, como@FilhadoJustus @hebe_camargo @dilmabr e até o todo-poderoso @OCriador podem estar com os dias contados. E até aquela conta que você criou no Orkut há uma década, só para fuçar as fotos do seu/sua ex sem ser identificado pode se enquadrar na nova lei.

Sorria: você está sendo monitorado!

Não tem smartphone? Saiba como acessar Facebook e Twitter em seu celular

Uol  (com adaptações)

Apesar do enorme crescimento do número de smartphones vendidos no Brasil, esses telefones inteligentes, cheios de funções, ainda correspondem a uma fatia bem pequena do mercado: segundo o Ibope Inteligência, apenas 10% dos donos de celulares possuem um smartphone no país. Se você pertence ao grupo dos celulares tradicionais e lamenta ficar de fora das redes sociais quando não está diante do computador, é possível dar um jeito.

Preparamos abaixo um guia para você manter o Facebook, Twitter e Orkut atualizados mesmo quando estiver na rua — nem todas as operadoras oferecem acesso a todos os serviços. Confira abaixo como usar essas redes sociais com seu celular básico.

Facebook

Clientes das operadoras Claro, Nextel, Oi ou Tim pode atualizar seu status, receber notificações e enviar fotos para o seu perfil enviando um SMS para o número 32665. Para isso, siga os passos:

1. Faça o login no Facebook usando o computador.

2. No canto superior direito, selecione o menu “Conta” e, em seguida, “Configurações da Conta”.

3. Selecione a opção “Celular”.

4. Escolha a opção “Adicionar um telefone”.

5. Será preciso enviar um torpedo para o número 32665 colocando a letra “F” como texto. Você receberá em seguida um SMS com um código de ativação que deverá digitar na página do Facebook.

6. Pra cancelar o recebimento das mensagens, envie um Torpedo com a palavra STOP para o número 32665.

7. As mensagens têm o mesmo custo padrão dos torpedos de sua operadora, tanto para envio quanto para recebimento.

Já os clientes da operadora Vivo não podem se cadastrar diretamente no Facebook. No entanto, a promoção Vivo On permite a navegação ilimitada nas versões móveis de Facebook, Twitter e Orkut. Os usuários de pré-pago precisam fazer recarga mensal de R$ 25 para usar o serviço.

WAP – Outra opção é navegar com celular de qualquer operadora via WAP usando o endereço http://m.facebook.com/. Funciona com a maioria dos navegadores para celular e o acesso é cobrado por tráfego de dados conforme as tarifas da sua operadora.

Twitter

Clientes Tim e Nextel:

1. Faça o login no Twitter e vá para a opção “Configurações”.

2. Clique em “Celular” e cadastre seu número.

3. O Twitter vai pedir que você envie uma mensagem  para o número 40404. Faça isso e espere a resposta com as instruções do que você deve fazer em seguida.

Feito o cadastro, você pode enviar fotos ou textos para postar em sua conta, sempre para o número 40404. O custo do serviço varia de acordo com as tarifas da operadora.

Claro, Oi e Vivo também oferecem alternativas para os clientes enviarem e receberem tuítes via SMS (clique sobre o nome de cada operadora para ver o serviço).

Os preços variam. A Claro cobram R$ 2,99 por semana para envio e recebimento ilimitado de tuítes. Na Oi, o mesmo preço semanal dá direito a cem mensagens. A Vivo cobra R$ 0,15 por tuíte ou R$ 11 mensais pelo envio de 150 mensagens e recebimento ilimitado de tuítes.

WAP – Outra opção é navegar com celular de qualquer operadora via WAP usando o endereçohttp://m.twitter.com/Home. O acesso é cobrado por tráfego de dados conforme as tarifas da sua operadora.

 

Ui, ele existe!

Galileu

Em junho de 2011, Neil deGrasse Tyson acabava de gravar mais uma entrevista para o Big Think, site que reúne bate-papos e artigos com mentes brilhantes. Seria um dia comum na vida do diretor do Planetário Hayden, em Nova York, velho conhecido da mídia norte-americana por ser didático nas explicações sobre o universo. Mas um gesto mudou tudo.

 

Ao explicar porque Isaac Newton teria sido o maior cientista da história, Tyson fez a expressão que ilustra esta matéria. Os internautas, então, retiraram apenas esse trecho do vídeo e passaram a reproduzi-lo por blogs, tumblrs e redes sociais com legendas irônicas. No Brasil, a versão mais famosa foi: “Ui, eu fiz alguma coisa surpreendente e vou esnobar.”

A popularidade de Tyson começa antes de sua imagem se tornar um viral. Com 10 livros de astronomia publicados, ele recebeu a maior condecoração dada pela Nasa a um civil por sua colaboração em projetos sobre o futuro da exploração espacial.  Além disso, Tyson tem um programa de rádio, o StarTalk, em que discute assuntos de ciência junto com famosos, e já participou da série de TV geek The Big Bang Theory.

A seguir, ele fala sobre como é ser um astrônomo que caiu na boca do povo.

Como você soube do meme com sua imagem? 

Tenho contas bastante ativas no Twitter e Facebook. Então, é como se eu tivesse milhares de olhos lá fora. As pessoas me mostram artigos onde sou mencionado. Achei curiosa essa história. Desisti de tentar controlar minha imagem.

 

Você sofre preconceito de outros cientistas devido à fama?

 Há algumas décadas, se um cientista escrevesse coisas populares não seria visto como um igual por outros pesquisadores. Hoje, não faz diferença para meus colegas. Talvez faça alguma para os estudantes. O astrônomo Carl Sagan passou por isso nos anos 1980, quando escreveu o livro Cosmos, que virou série de TV, apresentando ciência para leigos. Mas os pesquisadores entenderam que, se o público gosta do que você faz, você recebe mais dinheiro para fazê-lo. Nosso financiamento vem dos contribuintes.

 
Como foi participar do seriado The Big Bang Theory?

Foi a coisa mais divertida que já fiz. No episódio, eu interpretei a mim mesmo e discuti sobre Plutão. Porque não há nada sobre Plutão que eu não tenha comentado, já que fiz parte da comissão que o rebaixou à categoria de planeta anão. Por causa disso, sofri o desprezo do personagem Sheldon [físico, o mais nerd e famoso da série].

Qual sua estratégia falar de ciência para o público leigo?

Gosto de pensar que tenho um cinto de utilidades, como o Batman. Em cada bolso, uma maneira de falar. Você é do Brasil, então, eu poderia falar sobre o fato de o país ter a terceira maior indústria aeroespacial do mundo. Se eu tenho a chance de impressionar alguém com o tema universo, me esforço. Algumas pessoas que escutam meu programa de rádio dizem que é como se eu estivesse na sala da casa delas conversando. Para mim é um grande elogio, pois mostra que estamos juntos confortavelmente falando sobre o espaço.

Recentemente você deu uma palestra sobre o declínio da ciência nos EUA. Por que isso está acontecendo?

A produção não está só caindo nos EUA, como está crescendo em outras partes do mundo. Perdemos a direção, vivemos dos avanços espaciais, mas não reinvestimos. Vai piorar antes de melhorar, eu acho.

Você acha que China ou algum outro país vai ultrapassar os EUA no futuro?

Acho inevitável a menos que os EUA invistam mais dinheiro em seu programa espacial. Meu próximo livro, “Space Chronicles” (sem título em português), é sobre se devemos voltar ao espaço. Pessoalmente acho que os EUA devem continuar a explorar o espaço porque a descoberta é divertida, mas não é suficiente para convencer o congresso. Podemos dizer que ir ao espaço de maneira grandiosa espalha a ciência pelo país. Cria-se uma cultura, as pessoas vão querer fazer pesquisa. Isso chega à educação e fazemos descobertas. Vai ajudar a economia a se recuperar.

Você imagina um programa espacial ideal para substituir o programa dos ônibus espaciais, encerrado pela NASA em 2011?

Eu diria que gostaria de ir à Lua de Júpiter com um robô. Ela é congelada na superfície, mas tem um oceano líquido subterrâneo há bilhões de anos. Eu gostaria de procurar vida lá.

 

Redes sociais: conectado e produtivo. Saiba como…

Consumidores gastam mais quando há opiniões nas redes sociais

ImagemPag Seguro

As redes sociais possuem forte efeito sobre os consumidores. Segundo a pesquisa “A Guide to Market Leadership in 2012“, foi feita pela agência de Marketing ClearSaleing, consumidores online que chegam aos sites por meio das redes sociais gastam mais do que aqueles que chegam ao sites por ferramentas de busca, como o Google, por exemplo.

Os dados mostram que aqueles consumidores que chegam aos sites de e-commerce influenciados pelas redes sociais gastam, em média, US$ 280 por compra.

Já aqueles que encontram o site de comércio eletrônico por meio das ferramentas de busca disponíveis na web gastam bem menos, cerca de US$ 100. A média entre todos os canais, juntos, apresenta um valor médio de US$ 135,37, conforme mostra a pesquisa.

As redes sociais acabam tendo tal poder de influenciar as compras, sobretudo por levar em conta a opinião de amigos e conhecidos dos consumidores. “A influência que um conhecido tem na hora da decisão de compra é superior à da televisão ou dos anúncios de publicidade. Desta maneira, se uma pessoa entra em um e-commerce a partir do comentário de um amigo, a possibilidade da venda ser convertida é maior”, avalia o gerente de produtos da LikeStore, Ricardo Grandinetti.

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