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Felicidade é definida pelo DNA

Superinteressante

O que mais influi na felicidade de uma pessoa? As experiências que ela tem durante a vida? Ou características previamente escritas em seu código genético? Essa discussão, que mobiliza a ciência há décadas, acaba de ser desequilibrada a favor de um lado: o DNA. Foi o que concluiu um estudo feito pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, que analisou 837 pares de irmãos gêmeos.

Cada par de gêmeos havia sido criado na mesma casa, pelos mesmos pais, e por isso teve experiências parecidas na vida. Metade dos gêmeos era univitelina, ou seja, com DNA idêntico, e a outra metade era bivitelina, com DNA diferente. O objetivo do estudo foi comparar univitelinos e bivitelinos, e com isso identificar a influência do DNA sobre determinadas características do ser humano – inclusive de quem não é gêmeo.

Os voluntários responderam a questionários que mediam vários aspectos do bem-estar psicológico, como o grau de autonomia da pessoa e sua capacidade de ter relacionamentos saudáveis. Os gêmeos univitelinos, de DNA igual, tiveram pontuação mais parecida que os bivitelinos – que têm DNAdiferente, mas cresceram no mesmo ambiente. Ou seja: na prática, o DNA influencia mais que o ambiente no grau de felicidade da pessoa.

“Houve influências genéticas substanciais em todos os componentes”, diz o psicólogo Timothy Bates, autor do estudo. “Já os efeitos do ambiente foram insignificantes.” Em suma: cada pessoa tende a um nível natural de felicidade, que já vem programado no seu código genético. Lembre-se disso na próxima vez em que você estiver muito feliz – ou infeliz.

Dançar trabalha músculos, melhora agilidade e equilíbrio e emagrece

G1 (com adaptações)

Dançar não é simplesmente mexer pernas e braços e se deixar levar pela música. É uma atividade física que trabalha os músculos, permite a socialização das pessoas e melhora habilidades como ritmo, agilidade e equilíbrio. Isso sem contar nos ganhos para a autoestima e a sensualidade.

Segundo a fisiologista Isabel Chateaubriand, a dança é valida como atividade física porque é coordenada, organizada e fortalece os músculos. Também interfere nas áreas de comportamento, improviso e expressão individual e social. Ela destaca que tudo na vida inclui dança, até no nível das células. E o melhor, ainda ajuda a entrar em forma.

No aspecto da saúde, o exercício trabalha a sustentação do corpo, a contração muscular, o controle motor, a respiração, a resistência cardiopulmonar e o lado emocional, o que ajuda a fortalecer o organismo. Veja abaixo os benefícios que a dança proporciona para seu corpo:

Fazer aulas de três a cinco vezes por semana, durante uma hora, melhora o condicionamento físico da mesma forma que fazer academia. O único empecilho é quando alguém tem problemas nas articulações – aí é recomendada orientação médica. Veja abaixo quantas calorias você pode perder com cada tipo de música. Depois, é só escolher a que mais lhe agrada e cair na pista…

Homens que fazem faxina são mais felizes

IG

Menos brigas, menos culpas, menos rivalidade no casamento, uma mulher muito mais animada e disposta para curtir a vida. Segundo pesquisa da Universidade de Cambridge, o segredo é simples: arregaçar as mangas e abraçar a vassoura, o aspirador e os panos de limpeza pode garantir aos homens uma vida conjugal mais feliz.

O objetivo era mapear a desigualdade de gênero na sociedade contemporânea. No entanto, uma das maiores surpresas foi descobrir que os homens são mais felizes quando contribuem igualmente nas tarefas domésticas.

Perguntaram aos participantes quanto tempo eles gastavam em tarefas como cozinhar, lavar, limpar, fazer compras e reparos na casa. Paralelamente, avaliavam indicadores de bem-estar em outros aspectos da vida do grupo estudado.

Os pesquisadores esperavam que os conflitos aumentassem conforme os homens fossem mais ativos nas tarefas domésticas porque, teoricamente, eles estariam sendo obrigados a fazer algo que não gostavam em detrimento de atividades prazerosas. Na prática, aconteceu o oposto. Quando os homens assumiram parte das tarefas, os conflitos diminuíram e o bem-estar aumentou.

A iniciativa masculina não é exatamente mágica: o estudo sugere que as mulheres estão se tornando mais assertivas e deixando clara sua insatisfação com os parceiros ‘preguiçosos’.

Quando a mulher é responsável pela maior parte do trabalho doméstico, isso gera um clima de tensão que faz com que os homens se sintam, no mínimo, desconfortáveis. E acabam aderindo a uma divisão de trabalho mais igualitária.

A perturbação na harmonia do casamento por conta de uma divisão injusta nas tarefas do lar já havia sido notada por Esping-Andersen. “Há evidências de que a fertilidade em mulheres no mercado depende crucialmente da possibilidade de contar com a ajuda do parceiro. Há também evidência de que a contribuição nas tarefas domésticas diminui o risco de separação e de divórcio”, diz o sociólogo em um artigo em seu site pessoal.

Beber água melhora raciocínio

Saúde!

Novo estudo da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, aponta um motivo inusitado para bebermos bastante líquido ao longo do dia, e especialmente quando estamos lendo, estudando, escrevendo…

Após acompanhar 51 voluntários submetidos a testes de atenção e lógica, os cientistas descobriram que mesmo uma desidratação leve – aquela que muitas vezes surge antes de a sede dar as caras – já atrapalha o raciocínio. Mais do que isso, o humor piora com a falta de H20 no organismo.

“Todas as células do corpo precisam de água para funcionar, e as neuronais não são exceção”, explica o fisiologista e autor da pesquisa, Lawrence Armstrong. “Sem hidratação adequada, as informações e os sentimentos acabam sendo processados de um jeito impróprio pela massa cinzenta”, conclui.

A diferença entre os sexos

Não se sabe direito a razão, mas um tanque vazio induz respostas distintas na massa cinzenta feminina em comparação com a masculina. Enquanto as mulheres avaliadas na pesquisa americana apresentaram frequentemente cansaço, dores de cabeça e nervosismo, os homens sofreram mais com ansiedade e problemas de memória. Por outro lado, tanto a turma do Bolinha como a da Luluzinha reportaram bastante dificuldade de atenção.

Chocolate amargo evita infarto

Alessandra Bernardo

Enfim, uma ótima notícia para quem gosta de chocolate amargo. Um estudo feito pela Universidade de Monash, na Austrália, confirmou que comer cem gramas diárias de chocolate com 70% de cacau ajuda a prevenir infartos. A quantidade é suficiente para evitar 70 ataques cardíacos mortais e 15 de menor intensidade em cada cem mil habitantes que apresentem risco de doença cardíaca.

Isso porque o chocolate amargo é rico em flavonóides, que  são antioxidantes naturais de alto poder que limitam o estresse, tão comum na correria do dia-a-dia. Além disso, também diminuem o risco de doenças cardiovasculares, cânceres e outras doenças graves, que podem levar uma pessoa à morte.

Conforme a pesquisadora Ella Zomer, que comandou o estudo, o chocolate amargo ou escuro, como também é chamado, pode ser uma alternativa ou um complemento aos tratamentos médicos de pessoas que apresentam alto risco de sofrer alguma doença cardiovascular. Estudos anteriores, feitos em outras partes do mundo, já haviam comprovado os efeitos positivos e poderosos do chocolate amargo para a saúde.

Um deles revelou que, se somarmos o consumo de chocolate amargo ou escuro e a prática de exercícios físicos, podemos estimular a memória. Isso tudo por causa da epicatequina, uma substância encontrada no cacau. Outro mostrou que um consumo diário de 45 gramas é o suficiente para reduzir os sintomas da síndrome de fadiga crônica, caracterizada pelo cansaço generalizado.

 

Dilma lança Ação Brasil Carinhoso contra miséria

Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff anunciou na noite de domingo (13), em seu pronunciamento do Dia das Mães em cadeia nacional de TV e rádio, o lançamento da Ação Brasil Carinhoso. O programa vai tirar da miséria absoluta todas as famílias brasileiras que tenham crianças com até 6 anos de idade.

“O Brasil Carinhoso faz parte do grande Programa Brasil sem Miséria, que estamos desenvolvendo com sucesso em todo o território nacional. Será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no nosso país”, disse.

O primeiro eixo do programa, que deve beneficiar cerca de 4 milhões de famílias, vai garantir uma renda mínima de R$ 70 a cada membro das famílias extremamente pobres que tenham pelo menos uma criança nessa faixa etária, sendo um reforço ao Bolsa Família. Os outros dois eixos são o aumento do acessos dessas crianças à creche e a ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas.

Dilma ressaltou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país e que, historicamente, a faixa de idade na qual o país tem mais dificuldade em reduzir a pobreza é a de crianças de até seis anos. Além de estar concentrada entre os jovens, a presidenta observou que a pobreza absoluta atinge principalmente as regiões Norte e Nordeste, onde vivem 78% dessas crianças.

“Por essas razões, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com a máxima atenção para as crianças dessas duas regiões mais pobres do país”, destacou Dilma, explicando que, assim como outros programas do Brasil sem Miséria, será uma parceria do governo federal com os governos estaduais e municipais.

Em relação ao terceiro eixo do programa Brasil Carinhoso, Dilma disse que, além de ampliar a cobertura dos dos atuais programas de saúde, será lançado um amplo programa de controle da anemia e deficiência de vitamina A e disponibilizado gratuitamente, em unidades de farmácia popular, remédios contra a asma.

Antes de anunciar o novo programa, Dilma disse que devia ser a primeira vez que um presidente fazia um pronunciamento no Dia das Mãe e, no caso, uma presidenta, “que é uma mulher, que é filha, mãe e avó”. Ela deixou um abraço a todas as mães brasileiras, “em especial às que mais sofrem”.

Chorar faz bem à saúde e alivia a alma

Alessandra Bernardo

De alegria, tristeza, saudade, emoção, raiva, frustração. Não importa o tipo, chorar faz muito bem à saúde. Lava a alma, limpa os olhos e alivia o coração, diminuindo os riscos de se desenvolver uma doença cardiovascular, como o infarto ou algum tipo de câncer. Chorar faz muito bem à saúde porque faz com que a pessoa extravase as emoções boas ou ruins do dia-a-dia, ocasionados por grande alegria, sofrimentos, perdas ou raivas e que podem causar intensos prejuízos ao organismo humano.

É também uma das formas de se evitar grandes e irreversíveis conseqüências para a vida, incluindo a morte. É a melhor válvula de escape para qualquer emoção intensa e que nos sobrecarrega, tanto é que, quando começamos a chorar, as emoções são libertadas como se estivessem fechadas numa panela de pressão. Isso acontece porque o nosso organismo libera adrenalina, um hormônio que segregamos em situações de estresse, e noradrenalina, que atua como neurotransmissor e tem um efeito contrário ao da adrenalina. Ao eliminá-los, temos a sensação de desafogo e de tranqüilidade, que muitas vezes acarreta sonolência.

Apesar de chorar ser um momento de alívio e extravasamento de emoções do cotidiano, é preciso analisar com cuidado os seus motivos, para não passar a vida inteira chorando, principalmente se este for causado por tristezas, frustrações ou irritações. Segundo a psicóloga Denise Pereira, nestes casos, é necessário estabelecer limites entre o choro saudável, que proporciona leveza a alma e ao coração, e o choro repetitivo e sem fim, que não favorece em nada o organismo humano.

“É um momento de desabafo sim, mas que não deve ser prolongado demais, porque pode ocorrer justamente o contrário do que ele se propõe, que é trazer alívio e tranqüilidade. Aí, o que pode acontecer é a pessoa ficar deprimida, sem estímulo e forças para lutar contra a situação que a reprime tanto. É preciso delimitar os motivos do choro e traçar uma estratégia de ações e atitudes que possam fazer com que a pessoa retome sua rotina, vencendo as etapas difíceis da vida”, explicou Denise Pereira.

 

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