Posts Tagged ‘Veículos’

O que fazer quando baterem no seu carro

IG Carros (com adaptações)

 Mesmo dirigindo com todo o cuidado e respeitando a sinalização, ninguém está livre de ser “presenteado” com uma batida no trânsito, resultado da imprudência ou da desatenção de outros motoristas. Nesses casos, sem a mínima intenção, você acaba incluído na categoria de terceiros, como são designados os envolvidos de maneira involuntária em acontecimentos de qualquer natureza. Ainda que no momento da ocorrência o causador assuma a culpa e se responsabilize pelos prejuízos com aquele “Fica tranquilo, meu seguro paga tudo”, você pode ter mais aborrecimentos.

Em primeiro lugar, é preciso que o segurado tenha contratado a cobertura para terceiros; caso contrário, ele próprio terá de arcar, do bolso, com as despesas do outro envolvido. Dessa forma, a melhor maneira de a vítima se garantir é fazer o Boletim de Ocorrência (B.O.), que é o registro oficial no caso de acidentes de trânsito. O documento também é ponto de partida em uma possível ação judicial, em casos, por exemplo, em que o motorista que provocou os danos se nega a reconhecer a culpa ou a ressarcir os outros envolvidos.

Assim, logo após o acidente, deve-se informar à Polícia Militar pelo telefone 190 e efetuar o boletim na delegacia mais próxima ao local. Em alguns estados e no Distrito Federal, desde que não haja vítima, é possível registrar o B.O. pela internet. Também é muito importante trocar dados pessoais como telefone, R.G., C.P.F., placa do veículo, número da habilitação e, finalmente, nome da seguradora.

Conforme a empresa Porto Seguro, o segurado deve telefonar para a seguradora e realizar o aviso de sinistro, informando também que existe um terceiro e a placa do outro veículo. O ideal é que ambos se direcionem para a mesma oficina para realizar as vistorias de constatação de danos, pois, é por meio dessa inspeção que a companhia avaliará se a versão do acidente apresentada pelo seu cliente corresponde às avarias.

Em geral, a cobertura a terceiros disponibilizada pelas seguradoras é a mesma do segurado, exceto os benefícios. Ou seja, ela prevê a recuperação do veículo em caso de dano parcial ou a indenização por perda total, de acordo com a tabela da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). O ideal é que os reparos de terceiros sejam efetuado por uma oficina designada pela seguradora, para que se possa cobrar desta qualidade e prazo dos reparos.

Espera por reparo pode ser de meses

Vencida a burocracia, o reparo do veículo dependerá da programação da oficina e da disponibilidade de peças e de outros materiais no mercado. Dependendo da marca e do modelo, especialmente os importados, a espera por componentes pode se arrastar por meses. A partir daí, os canais de atendimento ou de reclamações para o consumidor que se sentir lesado pelo atraso na devolução do carro ou pela qualidade do reparo variam de acordo com a justificativa alegada pela seguradora.

Caso o motivo esteja na própria seguradora, oficialmente os terceiros só podem efetuar sua queixa por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente (Sac) das seguradoras, em um primeiro momento. Se a falha não for resolvida, o interessado poderá se dirigir à ouvidoria de cada companhia de seguros, cujos contatos estão disponíveis no portal da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg).

Se a oficina não respeitar o prazo previsto ou a qualidade do serviço não for satistatória, a reclamação também deverá ser encaminhada à seguradora, se foi ela quem determinou o local para o reparo, ou ao responsável pelo estabelecimento, caso tenha sido uma escolha do terceiro. Se o atraso no serviço for causado pela falta de peças, o proprietário deverá recorrer ao SAC da montadora ou do importador do veículo.

Em casos extremos, procure o Idec ou Procon de sua cidade

 Paralelamente, deve-se registrar a reclamação em órgãos de defesa do consumidor como o Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor  (Procon) ou o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), os quais fornecerão orientações para a solução do problema.

Em casos extremos, quando esses recursos não forem suficientes ou o causador do acidente se recusar a arcar com os prejuízos, a vítima poderá recorrer a uma ação judicial, por meio do Juizado Especial Cível de sua cidade (o antigo Juizado de Pequenas Causas). A reclamação pode ser apresentada de forma oral ou escrita e não é necessária a presença de advogado quando o valor do prejuízo for de até 20 salários mínimos – ou R$ 12.440, atualmente.

Gol, Uno e Pálio estão entre os carros mais visados pelos ladrões

Jornal de Hoje

Se você é proprietário de um Gol, Uno ou Pálio, saiba que seu veículo está entre os mais visados por ladrões. Os modelos, considerados os mais populares no Brasil, também lideram as estatísticas de roubos no país. No primeiro trimestre deste ano, os três modelos foram roubados ou furtados 19.704 vezes.

O líder desse ranking, feito pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), é o Gol. Foram registrados 10.705 ocorrências de roubo ou furto desse modelo. Em segundo, vem o Fiat Uno, com 5.042 casos, e em terceiro aparece o Palio, alvo de 3.957 crimes.

Os especialistas afirmam que por serem populares esses veículos também alcançam grande poder de venda no mercado negro, principalmente, por terem peças muito procuradas. Os carros dos tipos Corsa e Celta aparecem em quarto e quinto lugar, respectivamente, nas estatísticas de roubos.

Na lista inversa, dos menos roubados ou furtados, aparecem os modelos Honda Fit (385 ocorrências), a S10 (448) e o Citröen C3 (455). Esse levantamento feito pela CNseg serve para reavaliar as cobranças de seguro. Portanto, proprietários de carros populares poderão sofrer com reajustes nas taxas pagas por seguro.

Dicas para a bateria do seu carro durar mais

AutoEsporte (com adaptações)

 A bateria dos carros requer cuidados especiais. Constituída basicamente de placas de chumbo (positivas e negativas) e solução de ácido sulfúrico (eletrólito), que ficam alojados dentro de uma caixa plástica, a bateria nada mais é que uma fonte acumulativa de energia. Por isso, especialistas apontam para os cuidados com acessórios eletrônicos como rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos e eletrônicos que nunca ficam desligados – como a central de injeção – e que são aparelhos que possuem a chamada corrente de stand by. Que puxam energia quando o veículo está desligado.

O rádio e o alarme, por exemplo, dependendo dos tipos, podem acarretar uma descarga na bateria de apenas um dia se estiverem funcionando com o motor desligado. Utilizar peças originais é a principal dica para que a corrente stand by não descarregue o acumulador. Por isso, é preciso verificar a capacidade máxima da bateria e do alternador antes de instalar novos acessórios. Sistemas de som potentes, por exemplo, consomem mais energia e, pode ser preciso optar por peças que tenham maior capacidade.

 Carros parados também consomem energia da bateria

Quem usa o carro esporadicamente ou precisa “hiberná-lo” por um tempo prolongado, a recomendação é desligar os terminais dos cabos das baterias, a fim de evitar a descarga precoce da bateria. “Carros parados também consomem energia da bateria. Neste caso, se o veículo for ficar inutilizado por mais de 20 ou 30 dias, caso não seja possível deixá-lo com alguém para o seu funcionamento, o correto é desligar o cabo do terminal positivo, para evitar a redução da vida útil da bateria e também qualquer risco de curto-circuito”, recomenda o professor de Engenharia Mecânica Automobilística, Edson Esteves.

Segundo os especialistas, a durabilidade de uma bateria, em média, é de dois a três anos, mas pode cair pela metade se o dono não tiver os devidos cuidados como, por exemplo, deixar as luzes ou acessórios ligados quando o motor estiver desligado. Outra dica importante é não dar a partida no veículo com o farol ligado, o que também puxa carga da bateria, diminuindo sua vida útil. Isso vale também para carros com sistema de acendimento automático.

A bateria arriou. E agora?

 Para o caso das baterias arriadas, há alguns sistemas de rádio que necessitam de codificação para voltar a funcionar e as concessionárias cobram caro pelo serviço. Por isso a consulta ao manual do proprietário é primordial. Nem tente fazer uma “chupeta” (ligação direta entre bateria arriada e uma auxiliar), porque, em alguns casos, pode se causar um dano significativo no sistema elétrico do veículo, além de ter um gasto extra. Os especialistas alertam ainda que os cabos auxiliares vendidos em supermercados para fazer a ligação direta entre as baterias nem sempre são confiáveis, dependendo do estado da bateria.

Eles explicam que o ideal é chamar um mecânico de confiança, pois o profissional possui equipamentos próprios para fazer medição da carga da bateria, como scanner ou voltímetro. Através destas ferramentas, o técnico avaliará se o problema está realmente na bateria ou no alternador, componente responsável por transformar a energia mecânica em elétrica, através da corrente alternada induzida por campo magnético. Isso deve ser feito a cada seis meses, em uma oficina especializada.

 

Ford apresenta novo EcoSport 2012

Alessandra Bernardo

A Ford apresentou a versão final do novo EcoSport, que deverá chegar às lojas no Brasil a partir do segundo semestre. As novidades ficam por conta do design mais robusto e itens como ar condicionado digital, controle de estabilidade, seis airbags, direção elétrica e partida sem chave. O veículo, que deve ser comercializado a partir de R$ 55 mil (de acordo com o site Interpress Motor), vem equipado com motor Sigma flex 1.6 16V (até 115 cavalos de potência), fabricado no Brasil, além de uma versão 2.0 16V, equipada com motor Duratec (até 148 cavalos).

Uma novidade é o sistema interativo SYNC da Ford, que é o sistema de conectividade e entretenimento ativado por voz e que permite que o motorista controle o som do veículo, realize ligações telefônicas e use o conjunto de navegação. O painel do novo EcoSport se assemelha ao do New Fiesta, porém, é mais completo e moderno. E o estepe na tampa traseira, marca registrada do modelo, continua no mesmo lugar, para alegria dos amantes do utilitário, que ganhou linhas mais aerodinâmicas e leveza, que ajudam na economia de combustível.

Entre os outros itens apresentados pelo novo EcoSport, estão os freios ABS; assistente de partida em aclives – que impede o veículo de voltar em ladeiras; sensores de estacionamento, chuva e crepuscular; acendimento automático dos faróis e rodas de liga leve aro 16. Já na parte externa, as mudanças ficaram por conta dos faróis afilados, da grade frontal em estilo “bocão” com filetes cromados e da maçaneta que abre o porta-malas e que vem embutida na lanterna do lado direita, junto à luz de ré, dando a falsa impressão de que as duas peças são uma só.

PRF reforça policiamento nas BRs durante feriadão da Semana Santa

Agência Brasil

O patrulhamento nas rodovias federais durante o feriadão da Semana Santa vai ser feito por nove mil policiais rodoviários. A operação começa nesta quinta-feira (5) e vai até o domingo (8). No feriado do ano passado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 4.033 acidentes com 180 mortes em todo o país.

Este ano, a PRF vai trabalhar para inibir as ultrapassagens perigosas que, no feriadão de 2011, provocaram 70 acidentes com 83 feridos e 21 mortes. A PRF recomenda aos motoristas que só ultrapassem em locais seguros e com grande visibilidade da pista oposta.

Outra preocupação dos patrulheiros são com os motoristas embriagados. A PFR alerta que intensificará as ações, principalmente nas rodovias que cruzam as cidades.

Já a Agência Nacional de Transportes Terrestres (Antt) anunciou que as 14 concessionárias de rodovias federais terão o esquema de segurança redobrado. Nos quatro dias do feriado, as praças de pedágio devem ter o número de cabines em funcionamento ampliado, além de 152 ambulâncias, 195 guinchos e 128 carros de inspeção disponíveis nas rodovias.

Saiba evitar problemas que fazem o carro parar ‘do nada’

Autoesporte (com adaptações)

Carro quando quebra ‘do nada’ e, para piorar, no meio da rua, é um apuro tanto para quem dirige quanto para quem enfrenta o trânsito causado por ele. O Sindicato da Indústria da Reparação de Veículos (Sindirepa) levantou os principais causadores de paradas indesejadas: sistema de arrefecimento, pane elétrica, embreagem desgastada e deficiência de lubrificação no motor. E a única forma de evitar esse contratempo é a manutenção preventiva. Para isso, é preciso que o motorista esteja atento aos “sintomas” do automóvel e ao modo como dirige.

Embreagem

O primeiro problema e o que menos preocupa o condutor é a embreagem. O tempo de uso em trânsito pesado pode desgastar prematuramente o sistema. O principal motivo de desgaste, no entanto, é o mau uso, como pegar rampas com o carro frio, não pisar fundo na embreagem ao trocar as marchas e dirigir sem tirar o pé do pedal. “Quando a embreagem está desgastada, o carro começa a patinar, não sai do lugar em ladeiras ou para completamente”, alerta diretor do Sindirepa, César Samos. A única solução é trocar todo o sistema, diz ele.

Arrefecimento

No mesmo conjunto transmissão-motor, outro problema comum, especialmente em carros mais antigos, é o “motor superaquecido”. Isso acontece quando o nível do líquido de arrefecimento está muito baixo ou se é usada água comum no sistema. Para evitar o temido “motor fundido”, o ideal é trocar o líquido conforme estabelecido no manual do veículo. Além disso, é preciso tomar cuidado com o aditivo que irá colocar.

“Tem de ser um produto adequado. No mercado você encontra aditivos que vão de R$ 3 a R$ 30. O que muda? Alguns não atendem às normas técnicas de formulação, chegando a ser água com corante. Então, desconfie de preços muito baratos”, ressalta o diretor. O líquido de arrefecimento é água destilada misturada a anticongelantes e antioxidantes e a sua troca deve ser feita somente em uma oficina.

Lubrificação do motor

A deficiência de lubrificação do motor é outra causa comum de panes. O diretor da Associação dos Engenheiros Automotivos (AEA), Marcos Vinícius Aguiar, destaca que, geralmente, óleo errado e demora na troca do filtro são os dois fatores que mais prejudicam o propulsor.

“O óleo limpa e lubrifica o motor. Se não trocar o óleo, isso pode criar uma borra, que vai entupir a tubulação por onde passa. A falta de óleo em algumas partes faz com que aumente a temperatura do motor, prejudicando a combustão. Dá para perder o motor por ausência de troca ou óleo errado”, explica. Para saber qual é o lubrificante correto, basta seguir as indicações especificadas no manual do carro.

Pane elétrica

A pane elétrica é causada pela falta de manutenção de bateria e do alternador ou pela sobrecarga do sistema, causada por equipamentos eletrônicos colocados fora do projeto da montadora, como alarmes, câmeras de ré, vidros e travas elétricas. O sintoma mais comum do problema é a dificuldade para ligar o carro, mas o mau funcionamento de rádio, travas e vidros elétricos e alarme também são indícios de pane.

Para evitá-la, o conselho é não instalar equipamentos que não sejam de série. E, caso o problema já aconteça, a saída é tirar os equipamentos que sobrecarregam o sistema elétrico ou que foram instalados de forma errada. Se esse não for o caso, será preciso trocar a bateria ou/e o alternador.

 

 

Fiat lança Grand Siena

Alessandra Bernardo

Um modelo totalmente repaginado, com design arrojado e lista de itens generosa que promete fazer a cabeça dos brasileiros. Esta é a aposta da Fiat ao lançar o Grand Siena, a nova versão do Siena que tem a missão (fácil, diga-se de passagem) de se diferenciar do Palio e adquirir independência visual e física. A estrutura externa do Grand Siena, que tem 41 centímetros de comprimento e nove centímetros de distância entre-eixos a mais que o Siena tradicional, também contribui para a impressão de carrão que o novo sedan apresenta logo de vista.

Seja com um motor de 1.4 Evo de 85 cv (gasolina) ou 88 cv (etanol) ou de 1.6 16V de 115 cv (gasolina) ou 117 cv (etanol), o Grand Siena apresenta porta-malas com 520 litros, ótimo para quem tem família grande. Entre as principais mudanças externas, podemos citar uma frente mais robusta, faróis de dupla parábola esticadas em direção ao para-brisas e lanternas traseiras se estendendo desde a tampa do porta-malas até a lateral do sedan.

Os preços do Grand Siena variam de acordo com a configuração escolhida, sendo R$ 38.710 para o modelo Fiat Grand Siena Attractive 1.4 Evo; R$ 43.470 para a versão Essence 1.6 16V – equipado com rodas de liga leve de 16 polegadas e frisos cromados no interior e exterior do veículo; R$ 45.990 para o Essence 1.6 16V Dualogic – equipado com câmbio automatizado e controle de criuzeiro e R$ 48.210 para o Tetrafuel 1.4.

Itens de luxo

Equipado com computador de bordo, airbag duplo frontal e direção hidráulica, as duas versões do Grand Siena – Attractive e Essence – apresentam freios ABS com EBD, faróis de neblina, volante com regulagem de altura, vidros dianteiros com função um toque e antiesmagamento, entre outros itens elétricos. Já a lista de opcionais inclui sensor de estacionamento traseiro, retrovisores elétricos, rodas de 15 polegadas, para-brisa térmico, rádio CD Player com reprodução de MP3, Bluetooth e USB e sensores crepusculares e de chuva. O modelo Essence pode ser comprado ainda com câmbio automatizado Dualogic, equipado com borboletas atrás do volante, e na versão Tetrafuel com GNV.

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